Empreendedorismo sentimental
A maior fonte de alimentação é o amor! Mas
poderá haver outras, certamente. Não sou intransigente. Acredito portanto que o
amor seja o maior promotor de desenvolvimento económico e social de um país e
do mundo. Talvez dos arredores também.
Só quem não sabe e não sente é que não acredita
nesta premissa. E não é filho de boa gente! Acreditar em algo que se sente e
que nem sempre é palpável, poderá ser uma inovação. Ou uma estupidez. Sobretudo
hoje em dia em que vivemos do mecânico, da reprodução e da repetição.
Viver do sensorial, do invisível, do intangível
é bastante lucrativo e contemporâneo. Ou seja, o amor é uma oportunidade, um
recurso inesgotável, permite-nos tirar dele um lucro incalculável e invisível
aos nossos olhos. Ele é capaz de governar um país! Quem não acredita nisto?
Inatismo? Ufa que palermice! Mas existe
trabalho. Ou será consciência do amor? Para o mantermos vivo precisamos de o conhecer,
de saber lidar com ele, e de encontrar novos caminhos e soluções para que em cada
obstáculo que nos possa surgir, possamos encontrar uma forma de envolvimento e
enraizamento.
Estou-me a perder! Importa então neste processo
o auto conhecimento e a consciencialização do todo e da parte desse todo. O que
é afinal o amor? Não se explica, sente-se. Quando se questiona em demasia,
estamos a ser demasiado racionais. Surgem as questões, reticências...
Viver sem questionar! Isto quiçá também será
uma inovação. Viver cada dia, como se fosse o primeiro. Descobri-lo diariamente
e aceitá-lo como nos é dado. Por um sorriso, um gesto, uma palavra, ... Vá e um
beijinho de vez em quando!
Sinto-me um
empreendedor sentimental, e o meu produto, a minha inovação é o amor.
a.tereso
a.tereso