13 janeiro, 2014

Os silêncios que te deixo


Talvez te possa dizer com silêncios aquilo que a minha alma te diz sempre que te encontro, e as minhas poucas palavras não te dizem quando te falo. Habituei-me desse modo a falar-te do coração, sem que tenhas a necessidade de ouvir-me. O que sinto e sou é espontâneo, é de mim para ti. Estas poucas palavras, são nada perante aquelas que guardo para te dizer baixinho ao ouvido. E sempre que não te disser nada, é porque o silêncio de uma só palavra, abrange o alcance de te querer num só beijo. 



Ser Integral 


Sou nada perante o que me envolve e alimenta. Caminho a cada instante para o desapego do corpo, em respeito e harmonia com o meu ser espiritual. Que a cada eu possa ser humilde e reconhecer a sua condição. Que a cada encontro comigo possa viver o amor. Que o AMOR, naturalmente seja a minha forma de viver a vida. Que esta seja verdadeira e inteira, e se inscreva nessa simples palavra.

O propósito deste simples diário: Relação do agora em harmonia com a natureza interior e exterior dos sentidos que "nos" rodeiam. Amar num todo com a inocência de uma criança!

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