18 fevereiro, 2014


Não te preocupes em ser, sentir e dizer o que és. Saberei ouvir, respeitar e continuar na mesma frequência de onda. Aceito com naturalidade o que me tens para dizer. Aceito por paixão, se quiseres permanecer em silêncio de palavras, omissões de pensamentos, e desejos de gestos. Saberei o que me tens para dizer e não dizer, e aceito-o como se do contrário se trata-se. Se por ventura me disseres o que não estou à espera, ficar-te-ei grato. Sentir já é bom, mesmo que seja uma breve descrição sentimental definida em pequenos movimentos, interrompida pela timidez do acaso. Nada te peço e pouco te dou. E mais te posso dar, porque o mereces. E de tudo o que tenho para te oferecer, leva contigo a simplicidade do meu sorriso. Não te preocupes, pode ser que a vida perante tantos acasos de perguntas, nos acabe por dar por acaso as respostas...

a.tereso
28-01-2014

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