(...)
E soubesse eu artifícios
de falar sem o dizer
não ia ser tão difícil
revelar-te o meu querer...
não ia ser tão difícil
revelar-te o meu querer...
A timidez ata-me a pedras
e afunda-me no rio
quanto mais o amor medra
mais se afoga o desvario...
e afunda-me no rio
quanto mais o amor medra
mais se afoga o desvario...
E retrai-se o atrevimento
a pequenas bolhas de ar...
a pequenas bolhas de ar...
E o querer deste meu corpo
vai sempre parar ao mar...
vai sempre parar ao mar...
Oh vizinho e a novela?,
será que ele ficou com ela?
e eu não sei falar de amor...
será que ele ficou com ela?
e eu não sei falar de amor...
Oh vizinho e o respeito?
não se leva nada a peito...
e eu não sei falar de amor...
refrão
não se leva nada a peito...
e eu não sei falar de amor...
refrão
Oh vizinho então Adeus
vou cuidar de sonhos meus
que eu não sei falar de amor...
vou cuidar de sonhos meus
que eu não sei falar de amor...
DEOLINDA
Sem comentários:
Enviar um comentário