09 julho, 2014


No delinear de uma mazurca,
o diálogo de dois corpos que se saboreiam
na natureza dos sentidos.

Instante, prolongado pela partilha
de suores e olhares,
e pelo desejo de não haver fim.

Trago-te em mim,
e a simplicidade do acaso,
faz com que continue a dançar.

28-06-11
(A primeira mazurka que eu senti que na realidade a estava a viver e dançar, deu origem nesta forma de expressão. Foi no meu primeiro raiz de aldeia, com uma pessoa especial... Ambos pouco sabíamos dançar, mas a dança por vezes é mais que isso!

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