PAIXÃO
Com a paixão faço
e armo
a construir-me no excesso
e armo
a construir-me no excesso
Apunhalo o coração
enveneno
o peito aberto
enveneno
o peito aberto
A paixão é meu
destino
meu final e meu começo
destino
meu final e meu começo
Morrer de amor
e de amar
é a morte que eu mereço
e de amar
é a morte que eu mereço
Maria Teresa Horta, in As palavras do corpo
Sem comentários:
Enviar um comentário