08 fevereiro, 2014


Talvez a dança nos permita Ser. Soltar movimentos, resignar-nos ao silêncio, eliminar o supérfluo, sob domínio da alma. Vencer a timidez das palavras com os movimentos, com a música dos sentidos. Sentir! Harmonizar a vida com ritmos distintos. Ritmos sonoros com o eu corporal e integral. Viver instantes de inocência e criatividade. Libertar. Partilhar. Momentos a sós e a dois. E num todo. Ser, simplesmente, na envolvência de nós mesmos com o que somos.  Viver num só ritmo, com um só bater de coração. Partir de dentro para fora ao ritmo da música que ouvimos no movimento que interpretamos. Talvez a dança seja, aquilo que tu te permitires ser...

a.tereso
(12-01-14)


O teu coração
sem querer dispara
força e simpatia ao Ser que te vê dançar.
Vai chegar o dia em que o medo não faz parte
e, por muito que tarde, esse dia é teu.

MENINA, Márcia

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