Talvez
a dança nos permita Ser. Soltar movimentos, resignar-nos ao silêncio, eliminar
o supérfluo, sob domínio da alma. Vencer a timidez das palavras com os
movimentos, com a música dos sentidos. Sentir! Harmonizar a vida com ritmos
distintos. Ritmos sonoros com o eu corporal e integral. Viver instantes de
inocência e criatividade. Libertar. Partilhar. Momentos a sós e a dois. E num
todo. Ser, simplesmente, na envolvência de nós mesmos com o que somos. Viver num só ritmo, com um só bater de coração.
Partir de dentro para fora ao ritmo da música que ouvimos no movimento que
interpretamos. Talvez a dança seja, aquilo que tu te permitires ser...
a.tereso
(12-01-14)
O teu coração
sem querer dispara
sem querer dispara
força e
simpatia ao Ser que te vê dançar.
Vai chegar o
dia em que o medo não faz parte
e, por muito que tarde, esse dia é teu.
MENINA, Márcia
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