08 fevereiro, 2014

Tudo é perfeito exactamente como é, plenamente puro e imaculado. Todos os fenómenos surgem naturalmente nos seus modos e situações únicos e particulares, formando padrões em constante mudança cheios de sentido e significado, como participantes de uma imensa dança. Tudo é um símbolo, ainda que não haja qualquer diferença entre o símbolo e a verdade simbolizada. Sem qualquer esforço de prática de qualquer espécie, a libertação, a iluminação e a budeidade estão já totalmente presentes e aperfeiçoadas. Esta é a perfeição natural.

Dilgo Kyhentse Rinpoche, Pith Instructions on the Great Perfection

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