20 novembro, 2015

Incógnita insegurança que se traduz numa leve pressão, ambígua, sem sujeito nem predicado, um sentido sem lugar para o medo, sem vergonha, nem dor... Vida pela vida, num vício de adrenalina sentimental, sem sentimento, com leveza espiritual e transcendência, contraditória aos mecanismos naturais de quem sou. Leviandade dos corpos numa submersão marítima, perante a inoperância do vento, subjugados às necessidades íntimas espontâneas, de troca de afetos e irreflexões. Germinar no sexo, de energias contrárias, que se seduzem e apagam em gestos de carinho. Histórias da vida, de quem sou e sinto, numa morada onde espero pernoitar e ficar. Subsistência no amor, porta aqui do lado, apartado não desistas que ele acaba por chegar!

a.tereso 

Sem comentários:

Enviar um comentário