Incógnita insegurança que se traduz numa leve pressão,
ambígua, sem sujeito nem predicado, um sentido sem lugar para o medo, sem
vergonha, nem dor... Vida pela vida, num vício de adrenalina sentimental, sem
sentimento, com leveza espiritual e transcendência, contraditória aos
mecanismos naturais de quem sou. Leviandade dos corpos numa submersão marítima,
perante a inoperância do vento, subjugados às necessidades íntimas espontâneas,
de troca de afetos e irreflexões. Germinar no sexo, de energias contrárias, que
se seduzem e apagam em gestos de carinho. Histórias da vida, de quem sou e
sinto, numa morada onde espero pernoitar e ficar. Subsistência no amor, porta
aqui do lado, apartado não desistas que ele acaba por chegar!
a.tereso
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